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No dia 14 de Janeiro, eu e a minha mãe fomos cantar o Santo Amaro com mais algumas pessoas. Essas pessoas (3 adultos e 5 crianças) já tinham começado a cantar em algumas casas, e a seguir quando eles vieram à minha casa, então ai nós juntámo-nos ao grupo e assim ficaram 4 adultos com a minha mãe e 6 crianças comigo. Depois fomos a casa de uma senhora que se chamava Maria José. Ela deu-nos bolo e sumo. Depois de irmos a casa da dona Maria José começámos a imaginar outra pessoa para irmos à sua casa. Então, a minha mãe pensou numa senhora que se chama Fátima. Nós chegámos a casa dela, tocámos à campainha e ela demorou um pouco a abrir a porta, pois pensou que era uma simples brincadeira. Mas quando se apercebeu da música e dos instrumentos foi vestir outra roupa (pois já estava de pijama). Nós quase que já nos íamos embora, porque pensávamos que ela não nos ia abrir a porta. Ela veio à rua, recebeu-nos e ficou muito contente com a nossa visita. Depois fomos à farmácia do Caniço. A senhora que estava lá de serviço também já ia dormir. Mas quando abriu a porta ficou muito contente. Eu queria ir a mais algumas casas, mas mesmo que só tenha ido a três casas fiquei muito contente. Também gostei muito das quadras que cantámos. Uma delas é assim: Vimos varrer os armários Não é por vinho nem pão Só queremos no Caniço Manter esta tradição Este foi o Santo Amaro de que eu mais gostei. Carolina da Mata Ornelas Pinto, 8 anos Escola das Figueirinhas, 3º ano, Turma A
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